Existem alguns programas que os desenvolvedores insistem em não portar para o Linux, para a maioria destes programas o Wine resolve o problema. Todavia a utilização do Wine para programas grandes implica em outro inconveniente, o programa deve ser instalado para cada usuário da máquina o que gera uma enorme duplicidade de arquivos.

Muitos podem imaginar em contornar este problema com configurado diretiva WINEPREFIX de todos os usuários para um mesmo local, mas o wine só permite usar o WINEPREFIX para um diretório pertecente ao usuário corrente. Ou seja, se atribuimos o WINEPREFIX para /opt/programa (com o comando export WINEPREFIX=”/opt/programa”) e o usuário que vai executar o wine não é dono de /opt/programa o wine não executa.

A solução é criar um diretório X para o wine (com o comando wineprefixcrete –prefix X) , setar o WINEPREFIX para este diretório X e instalar o programa. Depois damos permissão de leitura para todos os usuário sobre este diretório X. Feito isto criamos um diretório Y para cada usuário corrente e criamos links para os subdiretórios de X. Atribuimos o WINEPREFIX para o diretório Y de cada usuário e desta forma o wine funcionará.

Vamos a um exemplo:

1) Instalação do programa

$ wineprefixcreate /tmp/dircompartilhado

$ export WINEPREFIX=”/tmp/dircompartilhado”

$ wine /onde/esta/oprograma/instala.exe

$ sudo mv /tmp/dircompartilhado /opt

$ sudo chown root.root -R /opt/dircompartilhado

$ sudo chmod a+r -R /opt/dircompartilhado

2) Script para execução do programar por todos os usuários

#!/bin/bash

export WINEPREFIX=$(mktemp -d)

cd $WINEPREFIX

ln -s /opt/dircompartilhado/dosdevices

ln -s /opt/dircompartilhado/drive_c

ln -s /opt/dircompartilhado/system.reg

ln -s /opt/dircompartilhado/userdef.reg

ln -s /opt/dircompartilhado/user.reg

wine “C:\Arquivos de Programas\Instalado\programa.exe”

Obs.: Se o programa necessitar de escrever em algum arquivo dentro do WINEPREFIX ocorrerá erros pois os arquivos estão com permissão de somente leitura. Nestes casos é interessante estudar quais arquivos são gravados e dar permissão de escrita para os mesmos.

Casemod’s diferentes

Publicado: 01/04/2012 em Artigos
Tags:, ,

 

Eu estava procurando uns casemod’s legais na internet, e acabei encontrando este acima. é diferente de alguns que estamos acostumados a ver.

 

 

Também encontrei este ai, no Ponto Geek, perfeito para os “pinguços” de plantão.

 

 

 

Estes dois acima eu não me lembro de onde foram tirados, pois foram enviados por amigos que encontraram na internet. Também são muito legais, principalmente o notebook, pois geralmente são feitos adesivos em vinil para ser colados na parte traseira do monitor.

 

 

 

 

Estas duas fotos foram tiradas do Mac OS X Leopard instalado em um computador comum, do padrão IBM-PC.

Mas estou aqui apenas para contar a minha experiência com essa prática.

Há vários relatos em fóruns da internet, que pessoas contam q o desempenho de seu Hackintosh está igual ou superior à um Macintosh, mas para esse resultado o hardware deve ser identico ou o máximo semelhante possível ao hardware dos computadores Apple.

Como esse computador que fiz instalação é muito básico (Intel Pentium 4 -3,16Ghz, 1Gb Ram DDR), a principal vantagem do Mac sobre os outros sistemas, edição multimidia, não é possivel, além da falta de algumas Kexts – Rtl 8185 e USB (Não me pergunte de qual placa mãe, pois naum me lembro agora).

Mas o meu objetivo foi alcançado, tirar satisfação com alguns “TECO” (pessoas que acham que entendem de informatica, mas esquecem de colocar pasta térmica no processador), e matar a curiosidade também de “fuçar” um mac.

Apesar da felicidade de ter 4 OS’s nesse computador (Linux, Mac, Windows XP  e 7) ainda considero o Linux como um sistema mais leve e bonito que o Mac.

  Isso é apenas uma opinião minha, deixe seu comentário falando sobre experiências ou duvidas.

Alterando Plymouth no Fedora

Publicado: 05/12/2011 em Tutoriais
Tags:,

Desde que entrei no universo mágico do Linux, tive vontade de personalizar todo o sistema, e encontrei dificuldades para alterar a imagem do boot gráfico.

Com uma rápida pesquisa na internet, encontrei um tutorial de alterar o Plymouth e vou repassar agora.

tema: spacefun-fedora (baixei no gnome-look)

Vamos aos seguintes comandos no terminal:

$ sudo yum install plymouth
Uma vez feito isso, podemos instalar todos os temas disponíveis do Plymouth para o Fedora 16 até o momento:
$ sudo yum install plymouth-theme*

Quando forem lançados novos temas do Plymouth podemos listá-los:

$ sudo yum search plymouth-theme

Para sabermos quais temas do Plymouth temos instalados:

$ plymouth-set-default-theme --list

Agora é necessário setar o tema que queremos usar:

$ sudo plymouth-set-default-theme nome_do_tema

Após a instalado e definido o tema que vamos usar é  preciso executar o comando abaixo para reconstruir o initrd, caso contrário, o tema padrão será alterada, mas você vai ver velho tema de inicialização.

$ sudo /usr/libexec/plymouth/plymouth-update-initrd
Dicas
  1. Se o tema não tiver sido baixado pelos repositorios, ele deve ser salvo em /usr/share/plymoyth
  2. Crie uma cópia do grub.cfg (/boot/grub2/grub.cfg), pois ao concluir a instalação de um tema, terá mais uma entrada no Grub.